quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Sir Anthony Hopkins estará em novo filme de Fernando Meirelles

O novo filme do diretor brasileiro mais bem visto em Hollywood na atualidade, 360, garantiu a contratação de Anthony Hopkins (Dracula de Bram Stoker) para o elenco, que contava apenas com Rachel Weisz (Fonte da Vida) até agora.

A Production Weekly soltou, em seu Twitter, a informação de que o rapper Eminem (8 Mile) e a queridinha dos irmãos Coen, Frances McDormand (Fargo), também estariam negociando para atuar no filme do diretor de Cidade de Deus e Ensaio Sobre a Cegueira.

360 fala de casais que mantém relações sexuais fora de suas classes socias, mostrando o contraste social. Peter Morgan, autor do formidável Frost/Nixon, escreveu o roteiro, inspirado na peça Ronda (Reigen), do austríaco Arthur Schnitzler, publicada em 1897.

O filme, coproduzido por BBC Films e ORF Fernsehfilm, ainda não tem data de estreia marcada e nem para as filmagens começarem.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Sawyer fará Missão: Impossível 4

Quer dizer, o Josh Holloway. Mas ele vai ter que trabalhar muito para deixar de ser chamado de Sawyer, né? Não sabe o que é Sawyer? Clica aqui, então.

Esse será o primeiro grande trabalho de Holloway nos cinemas. Depois de ser um dos melhores personagens de uma das maiores séries de todos os tempos, ele consegue seu primeiro papel em um grande filme. Já fez cinema antes, mas nada de destaque.

Esteve cotado para viver o Gavião Arqueiro no filme d'Os Vingadores, mas perdeu a competição para Jeremy Renner (Guerra ao Terror), que, aliás, contracenará com Holloway no M:I:4. Também estarão no filme: Paula Patton (Preciosa), Michael Nyqvist (Os Homens Que Não Amavam As Mulheres) e, claro, Tom Cruise.

O filme começará a ser rodado ainda esse ano, em diversas cidades, como Praga, Dubai, Vancouver e em muitas outras nos Estados Unidos. Roteiro foi escrito por J. J. Abrams a partir de ideia dele próprio e de Tom Cruise. A direção será de Brad Bird (O Gigante de Ferro, Ratatouille e Os Incríveis) e a estreia está agendada para 16 de dezembro de 2011.

E o 3D chega à Star Wars

Em comunicado, a Lucasfilm Ltd. informou que realizará, em parceria com os estúdios da Twentieth Century Fox, a conversão de todos os seis filmes de Star Wars para o 3D estereoscópico.

John Knoll, supervisor de efeitos especiais da ILM, empresa de efeitos especiais criada por George Lucas e que vai trabalhar na conversão, disse: "Obter bons resultados em uma conversão como essa é questão de usar o tempo necessário e de fazê-lo de forma adequada". A ideia é lançar um filme por ano, a começar por 2012.

E o primeiro a ser lançado será o Episódio I, A Ameaça Fantasma. George Lucas supervisiona diretamente a produção. Rumores sobre a conversão já pipocavam há tempos, mas só agora veio a confirmação. Segundo o Hollywood Reporter, Lucas estava esperando que mais salas 3D fossem inauguradas, para que o lançamento fosse grande. E também para o novo mercado de Home Video, o 3D, com a comercialização dos televisores com a tecnologia.

Desnecessário dizer o tamanho do caça-níquel. O único ponto interessante nisso é que as novas gerações poderão ver Star Wars no cinema. O que poderia ser feito em qualquer comemoração de aniversário. Mas não, tem que ser em 3D, para encarecer o valor do ingresso e acrescer os bilhões que a marca Star Wars já rendeu tanto à George Lucas, quanto à Fox.

(E aí, alguém ansioso pra ver o Jar Jar Binks em 3D?)

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Novo candidato para dirigir Superman

Pois é, a lista de candidatos à direção do novo Superman segue crescendo. E dessa vez é um candidato muito forte. Segundo o Los Angeles Times, o produtor Christopher Nolan estaria conversando com Darren Aronofsky.

Sim! Darren Aronofsky, o cara que fez aquelas obras-primas Requiem Para Um Sonho e O Lutador. E que dirigiu Pi e Fonte da Vida. Esse mesmo cara está cotado para dirigir o novo filme do Homem de Aço.

Aronofsky já esteve envolvido em rumores sobre ser diretor de um filme do Wolverine e já chegou a pré-produzir uma adaptação de Batman: Ano Um, de Frank Miller, mas o projeto acabou cancelado. Outro projeto cancelado do diretor foi o remake de Robocop. Outro fato que faz o rumor crescer é que Aronofsky não anunciou ainda qual será seu próximo filme, agora que terminou o Black Swan, ou seja, agenda livre ele tem.

A lista de candidatos é extensa: Duncan Jones, filho de David Bowie e diretor do excelente Lunar; Matt Reeves, que dirigiu Cloverfield e o elogiado remake do sueco Deixa Ela Entrar; Zack Snyder, que já fez duas adaptações de quadrinhos com êxito: Watchmen e 300; Jonathan Liebesman, que vai lançar Battle: Los Angeles, filme de invasão alien, em 2011; e Tony Scott...!

A Warner Bros. pretende lançar o filme logo depois de Batman 3, que estreia dia 20 de julho de 2012, isto é, Superman: Man Of Steel deve ser o filme do fim do ano de 2012.

Crítica: Pokémon - O Filme

Pokémon foi uma das séries animadas que mais fez sucesso em todos os tempos. Começou no videogame, ou melhor, no Game Boy, lá em 1996. Eram os RPGs Pokémon Red e Pokémon Green. Um sucesso estrondoso, que originou outros jogos e o anime, que consolidou de vez Pokémon como uma marca, um nome próprio. Qualquer pessoa que viveu a infância/adolescência nos anos 90, com acesso à TV, conhece e gosta de Pokémon. Ou melhor, ama Pokémon. E esse sou, um amante de Pokémon. Tanto pelo anime quanto pelos jogos. E pelos filmes, ou melhor, pelos três ou quatro primeiros filmes. O fato é que a ganância e o não saber onde parar, fizeram com que Pokémon se estragasse, gradativamente. Após uma primeira temporada perfeita, uma segunda ótima e uma terceira ok, a série desandou. Mas isso é papo pra outro texto, pois esse aqui é sobre o filme, o primeiro, Mew vs. Mewtwo (ou Mewtwo Contra-Ataca), lançado em 1998 (aqui no Brasil só em 2000), quando a segunda temporada se inciava lá fora, mas aqui, no Brasil, era o meio da primeira temporada.

E antes de começar a analisar o filme, alguns fatos: se você parar pra ver o filme sem conhecer a série, não vai gostar. E é fato isso, o filme não se vale sozinho. Aliás, analisando friamente, o filme é ruim. Muitos discursos desnecessários, repetições e erros na dublagem (no monitor aparece o Scyther e a equipe Rocket fala Alakazam, mas aqui o erro fica todo na conta do estúdio de dublagem brasileiro). Se eu fosse analisar friamente, como alguém que nunca assistiu à série, a nota seria 2/5, isso sendo bonzinho. Mas é impossível desconsiderar a série, que foi parte importante na minha infância, acompanhou meu crescimento. Ou desconsiderar os jogos, que roubaram tantas horas da minha vida, que se fosse calcular, chegaria a meses jogando Pokémon. Portanto, se você nunca jogou os RPGs ou nunca assistiu à série, aconselho a não seguir lendo, pois falarei na linguagem do filme. Serei anti-ético pela primeira vez.



O filme conta a história do Mewtwo (Guilherme Briggs), um pokémon criado em laboratório pela Equipe Rocket. Mewtwo é um clone de Mew, um lendário pokémon e considerado o mais forte que existe. A Equipe Rocket conseguiu extrair DNA de fósseis do Mew e fez o clone. Mas Mewtwo acabou se tornando muito forte e destruiu o laboratório e se virou contra a raça humana e contra os pokémons que defendem os humanos. Ele se passa por um grande Mestre Pokémon para atrair os maiores treinadores e, assim, clonar seus pokémons e começar a revolução.

O filme é um épico (novamente: para nós, fãs). Todas as grandes batalhas que sempre queríamos ver estão lá (Venusaur! Blastoise! Charizard! Gyarados! Mew! Mewtwo!). É claro que o principal que temos aqui é a questão existencial e os pontos negativos de viver em guerra. Algo repetido à exaustão durante o longa, o que chega a comprometer um pouco o ritmo, mas algo completamente relevante, se levarmos em consideração a intensidade e a emoção que permeiam todo o longa.



A Equipe Rocket foi sub-usada, o que é bom, pois o uso em excesso deles para alívio cômico partiria o filme em dois, o que prejudicaria demais o já quase comprometido ritmo. O ponto alto do filme fica para a batalha entre Mew e Mewtwo, que se anuncia durante todo o longa e a excitação causada por aquela luta é enorme. Um clímax de ação impecável. Já o clímax emocional - e maior do filme - fica por conta de Pikachu e Ash (Fábio Lucindo). Pikachu, ao evitar luta e não desferir um golpe sequer contra seu clone e Ash, ao tentar acabar com aquela luta sem sentido. Alô fã, pode chorar, você está autorizado.

Ao assistir ao filme hoje, era do estúpido politicamente correto, é gratificante ver que nos anos 90 não havia essa preocupação idiota de ser certinho. Mewtwo explode o laboratório com todos os cientistas dentro, sem hesitação. Hoje, se um filme/programa infantil fizer isso, será execrado pelo lado hipócrita da sociedade. Lado hipócrita, esse, cada vez maior, infelizmente. Pokémon e os outros desenhos desses áureos anos 90 e início do século XXI, nunca se preocuparam com politicamente correto, o que explica o imenso sucesso de Dragon Ball, Dragon Ball Z, Cavaleiros do Zodíaco, Shurato, Yu Yu Hakusho, Digimon e tantos outros. Então é uma pena que essa geração seguinte esteja pegando esses desenhos certinhos, veremos o resultado negativo disso daqui a 10, 15 anos, quando eles serão os adultos e, consequentemente, a engrenagem mais forte da sociedade.



O filme foi aos cinemas aqui no Brasil e no Home Video em VHS. Uma edição limitadíssima em DVD em que vinha junto com o segundo filme, Pokémon 2000. E só. Uma pena, pois quem viveu Pokémon, hoje já está trabalhando (a maioria, pelo menos). E a nostalgia sempre vai existir, então o DVD teria boa saída. Uma edição especial de relançamento (em Blu-Ray também, por quê não?) seria vista com bons olhos. Basta a Warner Bros. querer, torçamos para que ela o faça, seria lindo ter Pokémon na prateleira. Enquanto ela não faz isso, a saída encontrada pelos fãs é procurar por essa internet o download do filme...





Nome Original: Gekijōban Poketto Monsutā Myūtsū no Gyakushū/Pokémon, the First Movie: Mewtwo Strikes Back
Ano: 1998
Duração: 75 minutos
Direção: Kunihiko Yuyama
Roteiro: Takeshi Shudo
Elenco de dublagem brasileira: Fábio Lucindo, Guilherme Briggs, Márcia Regina e Alfredo Rollo.

Imagens: Reprodução e divulgação

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

As imitações de Kevin Spacey

Kevin Spacey é tipo aquele ator que mal aparece em listas de melhores atores. E raramente é lembrado quando alguém vai citar um grande ator. Injustiça. Kevin Spacey é dono de vastas técnicas de atuação. Aliás, nem sei se posso dizer "técnicas", já que ele interpreta de maneira absurdamente natural.

Já ganhou dois Oscars: por Verbal Kint, em Os Suspeitos e por Lester Burnham, em Beleza Americana. Já fez o K-Pax, já fez o Lex Luthor, em Superman Returns, já fez A Vida de Gale, O Mundo de Leland, Los Angeles - Cidade Proibida, dublou Vida de Inseto e fez o assassino em Se7en.

Um verdadeiro exemplo de ator completo que Hollywood não dá o valor merecido. Toda essa introdução foi só pra mostrar esse vídeo, onde ele faz imitações de personalidades, como Jimmy Stewart, Johnny Carson, Katharine Hepburn, Clint Eastwood, Marlon Brando, Christopher Walken e Al Pacino. Contemplem:



GÊNIO!

Via Bistrô Cultural.

Primeiro teaser-pôster e pretendentes para Peter Parker em Homem-Aranha

E saiu, finalmente, a primeira arte do filme do Homem-Aranha. Um pôster, nada demais. O filme é o recomeço da franquia de Peter Parker no cinema, a direção será de Marc Webb, experiente diretor de videoclipes, mas que, no cinema, dirigiu apenas o ótimo 500 Dias Com Ela. O ator escolhido para viver o protagonista foi Andrew Garfield, ganhando destaque cada vez maior por seu papel em A Rede Social.

O filme vai levar Peter de volta ao colegial, onde vai adquirir seus poderes. Será um recomeço total do Homem-Aranha nos cinemas, algo como fingir que os três filmes anteriores, dirigidos por Sam Raimi e estrelados por Tobey Maguire, não existiram. Até por isso evita-se falar "Homem-Aranha 4". E será rodado em 3D.

Você vê, aí, dois erros. 1) Na produção do terceiro filme, a Sony impôs que o vilão deveria ser o Venom, gerando mal-estar com o diretor Sam Raimi, que queria o Abutre. Raimi cedeu e o terceiro filme foi o mais criticado. Na pré-produção do quarto filme, Raimi não quis ceder e a Sony tomou a decisão drástica de cancelar todo o projeto e reiniciar tudo, tudo mesmo. Com a desculpa de criar uma aura mais jovem ao filme, uma jogada arriscada, já que a moda dos filmes de super-herói é o tom mais adulto, que os filmes de Raimi já tinham adquirido; e 2) filmar o filme em 3D, uma prática completamente caça-níquel, já que a função principal é encarecer o valor do ingresso. E o 3D deveria ser tratado apenas como opção. É perfumaria.

A Sony marcou a estreia do filme para julho de 2011, um prazo curtíssimo para Marc Webb, que corre atrás do elenco, já que as filmagens devem começar logo, para poder obedecer a estreia estipulada. Até agora, só o Peter Parker está certo. Precisamos de um vilão, do Harry Osborn e, claro, do interesse romântico de Peter. Mas... Mary Jane ou Gwen Stacy?

Como ninguém sabe qual das duas será utilizada no filme, as especulações sempre giram em torno de ruivas (Mary Jane) e loiras (Gwen Stacy). Já se falou em Elena Satine (participou do seriado Cold Case), Mary Elizabeth Winstead (Scott Pilgrim Contra o Mundo) e até Hillary Duff! O último nome a ganhar força foi a da ruiva Emma Stone, que recentemente se destacou com o filme A Mentira (Easy A), ainda inédito no Brasil. E já fez sucesso em Superbad e Zumbilândia.

As candidatas mais fortes para viver o par romântico de Peter são: Lily Collins (Um Sonho Possível), Mia Wasikowska (Minhas Mães e Meu Pai), Emma Roberts (Idas e Vindas do Amor), Imogen Poots (O Solteirão) e Teresa Palmer (O Aprendiz de Feiticeiro), além da Emma Stone (vejam-nas na imagem logo abaixo, estão na ordem que eu as listei nesse páragrafo). A maioria é loira, o que aumenta a possibilidade da personagem ser Gwen Stacy.



De oficial, só Marc Webb, Andrew Garfield e a data de estreia, 3 de julho de 2012. Pelo prazo curto, anúncios oficiais sobre o elenco devem surgir em breve.
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